O solstício de verão é um evento astronômico em que a Terra recebe a maior quantidade de raios solares e são, consequentemente, o dia mais longo e a noite mais curta do ano. Esse momento marca o início do verão, a estação mais quente. No hemisfério norte ocorre no dia 21 de junho e no hemisfério sul em 21 de dezembro.
Além da oportunidade de aproveitar o dia mais longo do verão, para fazer eventos ao ar livre, após vários meses de inverno abrigados do frio, há a tradição das culturas ancestrais que usavam essas mudanças da natureza para marcar as estações, com rituais de agradecimento e preparação para a próxima.
Ao longo da história, muitas foram as culturas e religiões ligadas às forças da natureza. Para essas culturas, os solstícios assumem uma forte simbologia por se tratar de períodos em que a presença do Sol aumenta ou diminui. Para religião pagã wicca, por exemplo, o solstício de verão representa o apogeu do Sol e de união com a natureza. As árvores, flores e demais plantas mostram seu maior vigor.
COAMHAIN
É o nome celta para o solstício de verão, onde grandes reuniões eram realizadas. Muitos dos círculos de pedra (Stonehenge) estão alinhados com o nascer da manhã de Coamhain. Ele marca o momento em que o Sol está no auge de seu poder e a criação está mais ativa. É o tempo em que o carvalho floresce e sua energia era especialmente honrada nessa ocasião.
Esse era o tempo entre o plantio e a colheita, quando os campos e bosques estavam cheios de flores, e os Celtas colhiam ervas para secar e usar durante o ano, e também durante as noites de verão, o momento tradicionalmente esperado para cortar as varas de condão.